A vítima anterior foi o próprio filho do investigado, há pouco mais de dez anos. | Créditos: reprodução/MSDIARIO
Publicado em: 17 de Setembro, 2026 | Fonte: Redação
O acusado já possuía histórico de violência sexual familiar antes de cometer o novo crime em uma creche do interior do Estado.
Um caso abalou o interior de Mato Grosso do Sul ganhou novos e alarmantes desdobramentos. O professor suspeito de estuprar uma menina de apenas 2 anos e sete meses dentro de uma creche municipal já havia sido preso no passado pelo mesmo crime. A vítima anterior foi o próprio filho do investigado, há pouco mais de dez anos.
Passado criminoso em família
O abuso contra o filho ocorreu em 2012, mas a denúncia só foi formalizada em 2013. Na época, o homem se aproveitava do momento do banho para cometer os abusos. A mãe da criança desconfiou após ouvir o filho chorar trancado no banheiro com o pai. Ao arrombar a porta e acolher o menino, a vítima revelou o crime.
O agressor agia frequentemente embriagado e manipulava a situação, alegando que o filho "mentia" e que não haveria laudo capaz de provar o ato. Com medo e sem apoio, a mãe hesitou em denunciar de imediato. A decisão de procurar a polícia ocorreu após notar que o homem também passou a sondar a outra filha da mulher no quarto. O suspeito chegou a ser preso na ocasião, mas respondia ao processo em liberdade.
O novo crime na creche
Segundo informações Midiamax, o histórico brutal se repetiu recentemente no ambiente escolar. O caso atual foi descoberto quando uma aluna de 2 anos e sete meses reclamou de fortes dores nas partes íntimas ao tomar banho em casa. Ao ser questionada pela mãe — que também trabalha na mesma escola —, a criança revelou: “o professor tocou em mim”.
A mãe levou a filha imediatamente até a casa da diretora da unidade escolar, que constatou a vermelhidão na menina. Em seguida, a equipe pedagógica foi questionada sobre a rotina da sala.
Flagrante no momento de repouso
Uma auxiliar de sala confirmou que, durante o horário de sono das crianças, o professor se deitou ao lado da vítima. A funcionária alegou não ter visto o abuso no momento por estar cuidando de outro aluno.
A menina passou por atendimento hospitalar, onde o médico plantonista constatou indícios claros de estupro de vulnerável e encaminhou o caso para exame pericial oficial.
Providências
Diante da gravidade dos fatos, a Prefeitura Municipal informou que já instaurou um inquérito administrativo disciplinar. Uma comissão especial (CPAD) foi designada para apurar a conduta do servidor e aplicar as punições cabíveis, enquanto a Polícia Civil conduz a investigação criminal.









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