Autoridades brasileiras informaram que os dois bolivianos eram investigados por suposto envolvimento com o tráfico de drogas e são apontados como suspeitos de prestar apoio logístico ao ataque que culminou na morte do policial Marcelo Pimenta. | Créditos: reprodução/MSDIARIO/Redes Sociais
Publicado em: 06 de Julho, 2026 | Fonte: Rafael Almeida
Dois cidadãos bolivianos morreram na tarde de domingo (5) durante uma troca de tiros com equipes da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, em Corumbá, cidade brasileira localizada na fronteira com a Bolívia. Segundo informações divulgadas pelas autoridades brasileiras e repercutidas pela imprensa boliviana, um dos mortos integrava a União Juvenil Cruceñista (UJC).
A ocorrência foi registrada no bairro Popular Nova durante uma operação policial que tinha como objetivo localizar suspeitos de envolvimento com uma organização criminosa. A ação faz parte da chamada Operação Jovem Guerreiro, deflagrada após a morte do policial militar Marcelo Pimenta da Silva, ocorrida na última semana.
De acordo com a polícia, equipes do Batalhão de Choque localizaram um veículo com placas bolivianas após informações de inteligência apontarem a presença de pessoas suspeitas de participação em atividades criminosas. Quando os policiais tentaram realizar a abordagem, os ocupantes do automóvel teriam reagido efetuando disparos contra as equipes.
Os militares revidaram e os dois suspeitos foram atingidos. Ambos chegaram a ser socorridos por equipes de emergência de Corumbá, mas não resistiram aos ferimentos.
As vítimas foram identificadas como Alixberto Vásquez Corrales, de 32 anos, e Luis David Justiniano Flores, de 29 anos. Conforme divulgado pela imprensa boliviana, Justiniano era integrante da União Juvenil Cruceñista.
As autoridades brasileiras informaram que os dois bolivianos eram investigados por suposto envolvimento com o tráfico de drogas e são apontados como suspeitos de prestar apoio logístico ao ataque que culminou na morte do policial Marcelo Pimenta da Silva, durante uma perseguição iniciada em Ladário e encerrada em Corumbá.
Após o confronto, a área foi isolada para o trabalho da perícia. Equipes da Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Científica, Departamento de Operações de Fronteira (DOF) e do Batalhão de Choque participaram dos procedimentos no local.
Ainda segundo a polícia, armas de fogo que estariam em poder dos suspeitos foram apreendidas e passarão por perícia. O caso segue sob investigação das autoridades brasileiras para esclarecer todos os detalhes da ocorrência.








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