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Durante transição, Reinaldo e Riedel discutem emendas com bancada federal

Parlamentares assumiram o compromisso de alocar recursos para obras de infraestrutura, segurança pública, agricultura familiar, saúde, habitação e educação.

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Governador Reinaldo Azambuja e o sucessor Eduardo Riedel, discutiram destinação de emendas ao OGU (Orçamento Geral da União) de 2023 com deputados federais e senadores por Mato Grosso do Sul. | Créditos: Divulgação

Em Brasília, o governador Reinaldo Azambuja e o sucessor dele, Eduardo Riedel, discutiram na quarta-feira (9) a destinação de emendas ao OGU (Orçamento Geral da União) de 2023 com deputados federais e senadores por Mato Grosso do Sul.

Os parlamentares assumiram o compromisso de alocar recursos para obras de infraestrutura, segurança pública, agricultura familiar, saúde, habitação e educação.

Na área de infraestrutura, as emendas vão contemplar a rodovia MS-165, conhecida como Sul-Fronteira, dando continuidade ao investimento em Paranhos, com contrapartida de R$ 50 milhões do Governo do Estado; o Anel Viário de Três Lagoas; a BR-419 (de responsabilidade do DNIT) e o receptivo do Aeroporto de Dourados.

As emendas devem contemplar a compra de equipamentos para a agricultura familiar e recursos para as universidades UFMS, UFGD, UEMS e IFMS, além de centros de pesquisas. Somente para a área de segurança pública, o investimento será de R$ 20 milhões. São R$ 284 milhões de emendas coletivas para Mato Grosso do Sul.

Na avaliação do governador eleito Eduardo Riedel, deputados e senadores mostraram compromisso com o desenvolvimento do Estado. “É um conjunto de investimentos que faz a diferença para Mato Grosso do Sul. Discutimos recursos necessários para o desenvolvimento do Estado, incluindo investimentos de maneira inédita na habitação”, disse.

O governador Reinaldo Azambuja explicou que fez questão de levar Eduardo Riedel para discutir as emendas com a bancada. “Inicialmente colocamos cinco emendas como prioritárias - Anel de Três Lagoas, Aeroporto de Dourados, BR-419, Segurança Pública e Sul-fronteira. E fomos conversar com o Eduardo e a bancada para não termos prejuízos com a interrupção das ações e para que ele possa colocar as prioridades para o novo governo que começa em janeiro”.

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